segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

No futuro, suas roupas serão lavadas por cardumes de peixes robóticos

Na Ásia, há uma espécie de peixe usada para fazer pedicure - chamado de Garra rufa, ou 'peixe-médico', o animal se alimenta da pele morta nos pés. Usando esse conceito, o designer Chan Yeop Jeong da Universidade Daegu, na Coreia do Sul, criou um conceito para lavadoras de roupa no futuro.
Em vez de usar sabão, pequenos peixes robóticos removem a sujeira da roupa - da mesma forma que o peixe-médico retira a pele morta dos pés, o cardume do "Pacera" é capaz de detectar a sujeira em roupas. Eles são capazes de limpar através de um sistema de sucção, aliado a uma solução alcalina capaz de encontrar e separar as moléculas de sujeira da fibra do tecido.
Ou seja, com a invenção, seríamos capazes de parar de usar sabão em pó, que, ao ser descartado em rios e mares com o esgoto, é extremamente prejudicial para peixes.
FONTE: http://revistagalileu.globo.com/

Arquiteto cria projeto de moradias infláveis e de baixo custo para comunidades carentes

Imagine uma cidade pobre destruída pela guerra. Boa parte dos moradores seria alojada em abrigos temporários feitos de lona ou outro material barato, e o processo de reconstrução levaria anos, talvez décadas. Foi pensando em situações como essa que o arquiteto Nicólo Bini aprimorou o conceito desenvolvido por seu pai, Dante Bini, há 50 anos: os Binishells, casas de concreto em formato de conchas moldadas por uma bexiga gigante e construídas a custos baixíssimos e em curto espaço de tempo (veja ao lado). A diferença é que essa nova versão, além de possuir todas as vantagens da anterior, ainda é de baixo impacto para o meio ambiente.
O foco da empresa dos Bini segue sendo as moradias para desabrigados, mas Nicólo também acredita que os Binishells podem ser usados para erguer construções maiores, como escolas e estádios. Até modelos para habitações de renda média e residências e resorts privados ele já criou. “Muita coisa mudou desde que meu pai desenvolveu a técnica. O que resta é a ideia brilhante de usar a pressão do ar para levantar e dar forma às construções”, explica Nicólo. Os Binishells usam metade dos recursos, custam metade do preço,  e podem ser construídos três vezes mais rápido do que as casas tradicionais. No total, já foram construídas mais de 1,6 mil dessas estruturas em 23 países ao redor do mundo.
FONTE:http://revistagalileu.globo.com/